Avaliação da eficiência do novo fungicida Migiwa (Ipflufenoquin – 200 g/L), do grupo das Quinolinas, no controle da sarna-da-macieira (Venturia inaequalis Cke. Wint.).
Por: José Itamar da Silva Boneti & Yoshinori Katsurayama
Introdução
A sarna, causada pelo fungo Venturia inaequalis (Cke.) Wint., é a principal doença, principalmente nas regiões mais frias (Boneti & Katsurayama, 1998; Boneti et al., 1999; Araujo & Medeiros, 2018). Em anos de epidemia severa, a sarna-da-macieira pode infectar os pedúnculos e causar perda total da produção caso não sejam adotadas medidas de controle eficientes.
Os sintomas da sarna-da-macieira são bastante típicos e se manifestam nas folhas, ramos novos, flores, pedúnculos e frutos (Boneti et al., 1999). Nas folhas, em ambas as superfícies, surgem inicialmente pequenas manchas de cor verde-oliva que vão se tornando acinzentadas com o passar do tempo. As lesões são de formato circular, podendo estar isoladas ou espalhadas por toda a superfície foliar. A infecção nos frutos produz inicialmente pequenas lesões circulares e, posteriormente, provoca deformação, rachadura e queda prematura deles.
O ciclo de vida de V. inaequalis é constituído de duas fases distintas: fase parasítica ou assexuada, que se manifesta durante o período vegetativo da macieira e a fase saprofítica ou sexuada que ocorre durante o período de repouso, nas folhas caídas sobre o solo. No outono, após a queda natural das folhas e a morte das células, o micélio penetra profundamente no tecido do hospedeiro e inicia a formação dos pseudotécios. A produção e a maturação dos ascósporos ocorrem durante o final do inverno e início da primavera em temperaturas de 16 a 18°C. A liberação de ascósporos, na região de São Joaquim, SC, inicia-se em agosto, um pouco antes da brotação da macieira, atingindo o pico durante a floração e encerra-se no final do mês de novembro, caracterizando o ciclo primário da doença (Boneti & Katsurayama, 1987). A germinação dos ascósporos ocorre na presença de água livre e está relacionada com a temperatura, conforme a tabela de Mills (Mills, 1944; Stensvand et al., 1997). Somente as folhas novas são infectadas pelo fungo. Portanto, no sistema de controle com uso de fungicidas protetores, as folhas novas que vão se desenvolvendo nas pontas dos ramos terminais devem ser mantidas protegidas com fungicidas sob pena de ocorrer infecção e possível falha de controle (Boneti & Katsurayama, 2013, 2014).
A sarna-da-macieira pode ser controlada com fungicidas tendo como base a ocorrência dos períodos de infecção por meio do sistema AgroConnect-Ciram (Agroconnect, 2016), fenologia da macieira e a previsão do tempo (Mills, 1944; Berton & Melzer, 1984; Katsurayama et al. 1992; 2014; Stensvand et al., 1997; Boneti & Katsurayama, 2009, 2010 e 2012, Katsurayama et al., 2013, 2014). Para tanto, são utilizados os seguintes grupos de fungicidas: a) fungicidas curativos e de ação sitio-específica: inibidores da biossíntese de ergosterol (IBEs) e inibidores de metionina (ANPs – anilinopirimidinas), b) fungicidas de ação mesostêmica e de ação de profundidade como as carboxamidas e o dodine, c) fungicidas protetores ou de contato, também conhecidos como multi-sitios: ftalimidas, ditiocarbamatos, ditianona, ftalonitrilas etc., d) fosfitos: sais oriundos da neutralização do ácido fosforoso e, mais recentemente, os compostos orgânicos (aminoácidos, derivados do ácido fúlvico, flavonóides, isoflavonóides, extratos de algas, extratos vegetais e fungicidas microbiológicos) (Boneti & Katsurayama, 2018; Felipini et al., 2016) que fazem parte do manejo integrado das doenças da macieira.
As pulverizações com os fungicidas são iniciadas tão logo ocorra a brotação da macieira (estádio fenológico de pontas verdes = BBCH 53) com fungicidas protetores antes de um período chuvoso. As pulverizações subsequentes são realizadas tendo em vista a ocorrência dos próximos períodos chuvosos com ocorrência de períodos de infecção, levando-se em conta o filocrono (formação e desenvolvimento de novas folhas) e o poder residual dos fungicidas. A tomada de decisão normalmente começa a partir do terceiro dia da aplicação, tempo necessário em média, para emissão de uma nova folha ou mudança de estádio fenológico (Boneti & Katsurayama, 2014). Caso necessário, também podem ser realizadas pulverizações com fungicidas curativos visando possíveis correções. Assim o controle da sarna se inicia preventivamente a partir do início de setembro, dependendo da brotação da macieira, e se prolonga até o final do mês de novembro, quando cessam as liberações de ascósporos e se encerra o ciclo primário da doença.
Os fungicidas IBEs são estrategicamente importantes no manejo da sarna-da-macieira devido sua ação curativa de até 96 horas após o início do período de molhamento foliar (Boneti et al., 1992; Boneti & Katsurayama, 1999; Creemers & Vanmechelen, 2001; Creemers, 2010, Wilcox, 2014). Entretanto, como estes fungicidas possuem modo específico de ação sobre V. inaequalis (Stanis & Jones, 1985; Koeller, 2007), e têm sido utilizados por mais de 30 anos no controle da sarna-da-macieira nos pomares de maçã do sul do Brasil, atualmente apresentam baixa eficiência devido à ocorrência generalizada de estirpes resistentes, conforme já constatado em vários ensaios in vitro e de campo (Katsurayama & Boneti, 1996; 1997; 2004a; 2004b; 2005; Brent & Hollomon, 2007; Koeller, 2007; Wolf & Valdebenito-Sanhueza, 2006).
A ocorrência de resistência também já foi relatada para o fungicida dodine (Katsurayama & Boneti, 1996, 1997 e 2004b). Felizmente, com a descontinuidade do uso nos últimos anos e/ou a possível falta de adaptabilidade dos isolados resistentes a este composto, tem se observado em ensaios recentes (Boneti & Katsurayama, 2012; 2014; Pinto & Araújo, 2023), que o dodine ainda apresenta boa eficiência, em dose mais alta, no controle da sarna-da-macieira.
Deste modo, o controle da sarna-da-macieira vem se tornando cada vez mais difícil haja vista que no ciclo 2010/11 também se constatou alta frequência de isolados de V. inaequalis resistentes aos fungicidas QoIs (Boneti & Katsurayama, 2011a). Assim, o kresoxim-metilico, famoxadona e a piraclostrobina entre outros que não são mais recomendados para o controle da sarna-da-macieira no Brasil (Boneti & Katsurayama, 2012).
No ciclo 2015/16 foi introduzido, comercialmente, o fungicida Orkestra SC (Fluxapiroxad + Piraclostrobina), do grupo das carboxamidas, denominados de SDHIs (Inibidores da Succinato Dehidrogenase) que tem se mostrado muito eficiente no controle da sarna-da-macieira (Boneti & Katsurayama, 2014, 2015). Este fungicida, de forte ação protetora e de profundidade, atua na respiração do fungo (complexo II da respiração mitocondrial) e tem se mostrado muito ativo no controle de V. inaequalis. Trata-se de um novo grupo de fungicidas com vários compostos (Boscalida, Fluopyram, Sedaxane, Bixafen, Isopyrazam e Fluxapiroxad entre outros) em estudo, de largo espectro e com potencial para uso no controle das doenças da macieira (Glattli et al., 2010). No ano de 2022 foi lançado mais uma carboxamida, o fungicida Miravis (Pidiflumetofem da família Adepidyn) que pertence ao grupo químico N-Methoxy (Phenyl-Ethyl)-Pyrazole-Carboxamides), com alta eficiência no controle da sarna. E no ano de 2023, foi lançado o Mibelya, fungicida oriundo da combinação da carboxamida Fluxapiroxad com o novo triazol Mefentrifluconazole (Boneti, comunicado pessoal). No de 2024 foram lançados os fungicidas Excalia Max (Impyrfluxan+Tebuconazole), Valpura (Bixafen) e Miravis Duo (Adepidyn+Difenoconazole) novas carboxamidas, que são muito ativas para o controle da sarna. Além disso, foi lançado o novo fungicida Migiwa (Ipflufenoquin), do grupo das Quinolinas, que possui importante ação protetora e curativa sobre o fungo V. inaequalis (Boneti & Katsurayama, comunicado pessoal).
Por fim, diante do risco de ocorrência de resistência múltipla, o grupo das ANPs ainda continua eficiente (Boneti & Katsurayama, 2012). Este grupo de fungicidas, aliado aos fungicidas protetores, fosfitos e compostos naturais (Boneti & Katsurayama, 2011b; Boneti & Katsurayama, 2012, 2012a, 2014, 2015), vem sendo cada vez mais importante no controle da sarna-da-macieira.
A diminuição da eficiência dos fungicidas IBEs e dos QoIs, fez com que aumentasse a importância do uso dos fungicidas protetores, sem relato de perda de eficiência por resistência. Assim, o sistema atual de controle tem como base a previsão do tempo (Katsurayama et al., 2013, 2014) e o uso de fungicidas protetores antes da ocorrência de um período chuvoso (Boneti & Katsurayama, 2013, 2014).
Objetivos
Avaliar a eficiência e praticabilidade agronômica do fungicida Migiwa (Ipflufenoquin – 200 g/L), do grupo das quinolinas, em aplicação foliar, para o controle da sarna-da-macieira sob condições de campo, e seu efeito sobre a severidade de russeting e fitotoxicidade nas folhas e frutos da cultura da macieira (Malus domestica Borkhausen) cv. Gala.
Material e Métodos
Local e data da execução do ensaio
O ensaio foi executado entre 02/10 e 29/11/2023 no Campo Experimental de Santa Isabel (Fazenda Caçapava), situado na estrada do Distrito de Santa Isabel, km 2, a 21 km de São Joaquim/SC (Latitude: 28º08’04.61033”S, longitude: 50º01’04.92313” W e altitude: 1.026 m). Datas das aplicações: 02/10, 09/10, 16/10, 21/10, 26/10, 31/10, 06/11 e 15/11/2023 (Vide Tabela 3). Foram realizadas aplicações preventivas gerais em todo o ensaio com o fungicida Frowncide (100 mL/100 L), a partir do início da brotação da macieira, em 13/09 (BBCH=53 – pontas verdes) e em 13/09, 20/09 e 26/09/2023.Tecnologia de aplicação: As plantas foram pulverizadas até o ponto de gotejamento (±1.000 L/ha) com uma lança com ponteira de 3 bicos Yamaho D-6 (vazão de 1,16 L/min.) acoplada a um pulverizador estacionário de acionamento por motor de combustão interna e bomba (Yanmar S-40) regulado na pressão de 200 lb/pol2.
Metodologia de avaliação
A incidência da sarna-da-macieira foi determinada em todas as folhas de 10 ramos terminais/planta útil (aproximadamente 200 folhas/planta nas últimas avaliações) em 21/10 (BBCH=71), 26/10 (BBCH=72), 31/10 (BBCH=72), 06/11 (BBCH=73), 15/11 (BBCH=73), 15/11 (BBCH=73), 22/11 (7DAA8 – BBCH=73), 29/11/2023 (14DAA78 – BBCH= 73). A incidência da sarna foi determinada em 30 frutos/planta, antes do raleio manual, em 29/11/20223. O russeting foi avaliado por meio da escala de notas: 0 = ausência de russeting; 1 = 1 a 10% da área do fruto com russeting (a.f.r.); 2 = 11 a 30% da a.f.r.; 3 = 31 a 50% da a.f.r. e 4 = > de 50% da a.f.r, e a fórmula de Townsend & Heuberger (1943). Os dados de incidência de sarna-da-macieira nas folhas e nos frutos e a severidade de russeting foram calculados em percentagem, transformados em raiz quadrada (√(x+0,5)), quando necessário, submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Duncan (P = 0,05) por meio do SASM-Agri versão 8.2 (Canteri et al., 2001). Finalmente os valores de incidência de sarna-da-macieira nas folhas e nos frutos foram utilizados para calcular o índice de controle (%), por meio da fórmula de Abbott (Abbott, 1925) e a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD.
Resultados e Discussão
O ensaio foi realizado num pomar experimental com histórico de sarna. As condições meteorológicas da primavera do ciclo 2023/24 foram influenciadas pelo fenômeno El-Niño de forte intensidade. No mês de setembro, por ocasião da brotação da macieira, a precipitação foi 241,8 mm, muito acima da média histórica de 165,3 mm. Nos meses de outubro e novembro choveu respectivamente 442,8 mm e 363,8 mm (Anexo 1). Foram registrados 15 períodos de infecção, de acordo com a Tabela de Mills (Tabela 4) (Stensvand et al., 1997), alguns com mais de 100 horas de molhamento foliar. Tal condição proporcionou severa infecção de sarna nas folhas e nos frutos da macieira.
Os primeiros sintomas de sarna nas folhas da macieira foram observados no dia 26/10/2023 (Tabela 5). Nessa ocasião, todos os tratamentos com fungicidas se diferenciaram da testemunha não tratada. Na avaliação seguinte a sarna evoluiu para 25,7% na testemunha com os fungicidas continuando a proporcionar bom controle. Posteriormente, a sarna evoluiu rapidamente até atingir 82,5% na última avaliação realizada 14 dias após a última aplicação (29/11/2023), com bom desempenho dos fungicidas.
Na avaliação geral por meio da AACPD, o fungicidas Migiwa (12,5 mL e 15,0 mL/100 L) foi muito eficiente ambos proporcionando 99,8% de controle. Não se observou diferença entre estas duas doses, ambas com desempenho similar ao Delan (125 g/100 L), Orkestra SC (40 mL/100 L), Miravis (15 mL/100 L) e Frowncide HT (66,6 ml/100 L) (Tabelas 5 e 6).
TABELA 5. Efeito da aplicação de fungicidas no controle da sarna nas folhas da macieira, cv. Gala. Campo Experimental de Santa Isabel, São Joaquim/SC. Ciclo 2023/24.
TABELA 6. Índice de controle da sarna nas folhas da macieira, cv. Gala. Campo Experimental de Santa Isabel, São Joaquim/SC. Ciclo 2023/24.
Na avaliação da sarna nos frutos, realizada por ocasião do raleio em 29/11/2023, observou-se que o fungicida Migiwa (12,5 mL e 15,0 mL/100 L) foi muito eficiente com 100,0% e 98,4% de controle, respectivamente (Tabela 7). Nestas duas doses foi tão eficiente quanto o Delan (125 g/100 L), Orkestra SC (40 mL/100 L), Miravis (15 mL/100 L) e Frowncide HT (66,6 ml/100 L).
O fungicida Migiwa foi muito seguro não causando russeting nos frutos da cv. Gala e nem foi fitotóxico. Os demais fungicidas, exceto o Delan (125 g/100 L), também não aumentaram a severidade de russeting e nem foram fitotóxicos (Tabela 7).
Os resultados obtidos no presente ciclo, com alta pressão de doenças, evidenciam o potencial do fungicida Migiwa para o controle da sarna da macieira. Trata-se de um novo fungicida que pertence a um novo grupo químico e que poderá ajudar muito nas estratégias visando reduzir a ocorrência de resistência a V. inaequalis. Deveria ser testado em mistura com outros fungicidas e também, visando o controle de outras doenças da macieira.
TABELA 7. Efeito da aplicação dos fungicidas no controle da sarna nos frutos e na severidade de russeting das maçãs, cv. Gala. Campo Experimental de Santa Isabel, São Joaquim/SC. Ciclo 2023/24.
Conclusões
Nas condições, de alta pressão de sarna por conta do forte El-Niño, em que foi realizado o presente ensaio, pode-se concluir que:
– O fungicida Migiwa – Ipflufenoquin – (12,5 mL e 15,0 mL/100 L) é muito eficiente no controle da sarna nas folhas e nos frutos da macieira. Não difere do Delan (125 g/100 L), Orkestra SC (40 mL/100 L), Miravis (15 mL/100 L) e Frowncide HT (66,6 ml/100 L).
– A nova formulação do Fluazinam (Frowncide HT) – 66,6 mL/100 L também é muito eficiente no controle da sarna nas folhas e nos frutos da macieira.
– O fungicida Migiwa e Frowncide HT, assim como os demais fungicidas testados, exceto o Delan (125 g/100 L), não aumentam a severidade de russeting.
– O fungicida Migiwa, assim como os demais testados, não são fitotóxicos.
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Responsáveis pelo ensaio
José Itamar da Silva Boneti, eng. agr. M.Sc. Fitopatologia – CREA-SC – 013957-2
Yoshinori Katsurayama, eng. Agr. M.Sc. Fitopatologia – CREA-SP 0600544638
Fito Desenvolvimento e Produção Ltda. Rodovia SC-114 – km 290,3, Caixa Postal 171, 88600-000 – São Joaquim/SC, Fone: (49) 99983-8190; E-mail: fitopesquisa@gmail.com
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